A “cidade olímpica” e sua [in]sustentabilidade

As políticas urbanas neoliberais, que conhecemos no Brasil há cerca de duas décadas, vêm sendo formuladas no âmbito de uma economia simbólica que afirma visões de mundo, noções e imagens, as quais acompanham as ações de reestruturação urbana. Operações para reconversão de territórios e megaequipamentos culturais ou esportivos são acionados para soldar as forças sociais das cidades e trazidos pela mão de coalizões de promotores urbanos que apresentam projetos ditos consensuais e competitivos.

Leia artigo completo de Fernanda Sánchez em: A “cidade olímpica” e sua [in]sustentabilidade – Le Monde Diplomatique Brasil.

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