Moradores de favelas no Rio de Janeiro são desalojados na pressa para deixar a cidade pronta

“A Copa do Mundo e Olimpíadas são boas oportunidades para se conseguir coisas positivas, mas os interesses por trás delas estão sendo injustos. Trata-se de fazer dinheiro da maneira mais rápida, mais brutal possível e as federações internacionais estão permitindo que isso aconteça”. É o que afirma o professor Christopher Gaffney, um crítico do modo como as comunidades pobres e os moradores de favelas do Rio de Janeiro estão sendo tratados na preparação para os dois megaeventos esportivos.

Gaffney, um professor visitante americano de urbanismo da UFRJ, diz que 130 favelas foram marcadas para remoção em função da Copa do Mundo e das Olimpíadas, ou por conta de projetos de mobilidade associados. “Esses projetos são feitos geralmente para atender interesses muito limitados, principalmente de incorporadoras imobiliárias e de grandes empresas da construção – autoestradas, aeroportos, etc. Apenas um punhado de empresas faz este tipo de obras no Brasil e suas relações com os políticos são muito próximas.”

LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA NO Blog do CIDADE.

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